Na Querê, os cheirinhos nasceram como nascem as coisas em Minas:
com afeto, memória e paisagem no coração.

A gente acredita, e a ciência já comprova, que o olfato é o sentido que mais resgata memórias afetivas.
Um cheiro é capaz de nos levar para um lugar, uma pessoa, uma sensação… em questão de segundos.

Foi a partir disso que criamos nossas fragrâncias:
como uma forma de levar Minas Gerais junto em forma de aroma, presença e lembrança.

Cada essência carrega um pedaço da nossa terra.

Caminho da Serra

O Caminho da Serra é aquele cheiro que abraça a alma.

Amadeirado, com notas de sândalo, cascas e folhas, ele traz a memória da estrada de terra, da trilha na serra, da terra molhada depois da chuva.

É um perfume que convida a caminhar devagar.

E talvez por isso ele toque tão fundo.

Já ouvimos histórias lindas sobre ele.
Uma cliente se emocionou ao sentir, disse que lembrava a casa da avó. Chamava aquele aroma de “cheiro de joaninha”.

Memória viva.

E é isso que buscamos:
não só perfumar um ambiente,
mas despertar histórias guardadas.

Chêro de Prosa

Mineiro é bom de prosa.
E de mesa farta também.

O Chêro de Prosa nasceu desse lugar de acolhimento.

Mistura jabuticaba com jasmim e capim-limão.
O resultado é um aroma que lembra quitandas, café passado na hora, conversa demorada na cozinha.

Muita gente diz que ele tem cheiro de casa de vó.
De comida feita com calma.
De presença.

É aquele perfume que faz a gente querer ficar mais um pouco.

Brisa do Campo

O Brisa do Campo é leve, fresco e sereno.

Tem capim-limão, lavanda e gardênia, trazendo essa sensação de ar puro, de janela aberta, de paisagem verde que acalma só de olhar.

Tem quem sinta cheiro de limpeza, aquele momento depois de arrumar a casa.
Tem quem sinta paz.
Tem quem simplesmente respire melhor.

Ele é isso: leveza.

No fim, cada fragrância da Querê vai além do aroma.

Porque querer bem é o maior bem querê.
E, se um cheiro pode nos levar de volta para o que importa…
então ele carrega muito mais do que perfume.

 

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